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Luan Santana - Cantada

terça-feira, 24 de julho de 2007

Luz Do Paraíso

Sei que se lá fora existir uma guerra
E eu deixar as portas e janelas abertas
Você vira para fecha-las.
Sei que se um dia eu sentir dor...
Foi por amor e nada mais.
Mas mesmo assim você vira para me curar.
Sei que se todos gritarem e cobrarem de mim,
Você me abraçara para que eu não sinta medo.
Sei também que se outro dia eu errar na vida
Você fará de tudo e o impossível para corrigir meu erro.

Com você me sinto feliz
E não sinto frio
Com você gosto de conversar,
Viajar e fico tranqüilo.

Sei que se um dia eu dormir sem querer
Você estará por perto tentando me acordar.
Desculpe-me baby, mas, agora não dá! ! !
Hoje caí em sono profundo.
Abriram-se as portas do paraíso
E eu vi uma luz! ! !
Vi uma luz baby! ! !
E alguém me chamando e me estendendo a mão.
Parece ser um anjo baby.
Parece ser um anjo.
Acho que ele me guiará para o paraíso.

Com você me sinto feliz
E não sinto frio
Com você gosto de conversar,
Viajar e fico tranqüilo.


Gusto e Tati

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Sangrento Coração

Sangrento coração,
Porque não bate mais feliz?
Fui traído pelo amor,
Por quem me entregou a chave que abre a porta da felicidade.
Quente, exposto ao sol...
...ardente dor!!!

Sangrento coração,
Ódio cheio de calor, mas sem coragem.
O que eu sinto e o que eu fizer,
Nada mudara,
A paisagem, a imagem da sua paixão...
Jogada ao chão!!!

Sangrento coração,
Quero que saibas de algo importante,
Em nome do que eu fui, do que eu sou,
Em nome do meu amor,
Quero que pare de sangrar,
Deixe de chorar...
Nesse instante!!!


Gusto e Tati

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Medo! Sobre a Raiva e a Saudade.

Sinto-me indefeso!
É indefinível o que sinto
Procuro um abrigo em um castelo de areia
Que se desfaz com o toque da brisa
Não saio do lugar porque não sinto minhas pernas
Ninguém me esperou,
Ninguém quis esperar
Ninguém pensou no que eu sentia
E se sentisse, como seria?
Ninguém sabia que eu queria mesmo era amar
Ninguém entendia o meu viver.

Com o receio de novas dores
Confinei-me em meu lar
Tomei um pouco de chá
Para tentar esquecer de tudo que me fez chorar
Ofenderam meu lado mais íntimo
Mas como sempre nada de novo aconteceu
Meu coração de novo não bateu feliz.

Mentalizei um momento especial,
Lembrei-me do intenso amor
Que palpitava em meu coração que muitos roubaram
Resolvi tranca-lo as sete chaves
Para que ninguém mais possa rouba-lo e quebrar-lo
Já que pouco dele sobrou
Não quero perder esse pouco que restou!


Luiz Augusto/Fabiano Silmes

De Um Jeito Guerreiro

Como uma pedra num espinho
Como uma pintura de batom vermelho
Como tudo é dito e nada é feito...
Como o que é escrito...
Mas não é do seu jeito
O que sonhamos...
Quando acordamos?
O que vivemos...
Quando amamos?

Temos um mais um
Somando dois beijos.
Temos uma armadura enferrujada
De guerreiro feito.
Demos um curto grito aflito,
Puxado do peito estufado.
E queremos que tudo seja simples
Para que possamos ser amados.



Gusto e Tati

Lágrimas

Os mares secam,
Mas ainda cercam.
Os olhos cegos,
Mas ainda assim enxergam.


Gusto

segunda-feira, 7 de maio de 2007

O Rei Dos Vampiros

Queria poder ver o sol brilhar de novo.
Quero saber como é o seu rosto antes de anoitecer.
Não quero jamais esquecer o que foi o amor.
Não quero mais ver a dor que esta escrita em meus sonhos.
A lua disfarça, e destrói
Aquele que o sol não pode enxergar.
A noite se acaba, e dá espaço
Para um novo dia chegar.
Sorria! Não se deixe enganar por si mesmo.
Diga-me o que sentes ao refletir,
E escolherei bem os seus desejos.

Agora você habita um mundo de amor em meus sonhos.
Esperei que a sua vida pudesse me dar um eterno sono.
Daí um dia constrói um outro na saída.
Vou embora, mas por favor,
Não sintas dor pela minha partida.


Gusto

Aflitivo

Vários tiros;
Gritos;
Muitos corpos no chão estirados;
Barulho;
Estilhaços de bomba pra todos os lados;
Pessoas correndo, fugindo;
E apenas um olhar aflito...
O que você vê?
O que você consegue vê?!!!


Gusto

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Ardente

Eu digo sim!!!...
Que venha!
É lenha na fogueira,
Quem pular se queima.

Vamos ver até quando o sol agüenta
E junto vivermos de amor
Até que a morte nos separe.

Não precisamos nos humilhar
E nem saber demais
Vamos ser nós mesmos
E sentir o prazer de estar ardente.

O que foi?
Não é capaz?!!!
É simples e ao mesmo tempo diferente.

Sozinhos até que a última estrela se apague.
Agora somos um só,
E que o amor nunca se acabe.

E quando amanhecer o dia
Eu prepararei o café.
E enquanto você sorria
Dizia o que queria pra depois.

E o sol ardente sobre o nosso corpo quente
Faz com que a gente se enlouqueça mais e mais.
E a noite pura que aparece com a lua
Faz com que a fique nua e molhada para mim.
É o início do fim,
O começo do amor,
O nosso corpo pega fogo de novo
De tanto prazer que um tem pelo outro.

É sempre ou quase sempre, tão diferente,
De repente, mais uma vez vou tê-la novamente.

Vamos esperar e ver se o sol esquenta!!!



Gusto e Tati

segunda-feira, 30 de abril de 2007

TeNdO TeNtO

Tudo se torna tranqüilo tendo tento
Totalmente tenso transformamos todos
Traz tranqüilidade tamanha tristeza
Tendo-a transformada toda.

Quem me dera, ser um dia, tal dia um ser
Quem diria, isso me faria crescer
Viver, saber perder, não sofrer por deixar de vencer
Tentar, sempre tentar, nunca desistir
Persistir em esta sempre no jogo
Apostar em si mesmo,
Existir por completo
Errar,
Mas nunca esquecer que cometeu um erro.

Tudo se torna tranqüilo tendo tento
Totalmente tenso transformamos todos
Traz tranqüilidade tamanha tristeza
Tendo-a transformada toda.


Gusto

Divulgamos a liberdade

Subliminares distúrbios à procura da liberdade
Cansados do absurdo descansam na insanidade
Acham substantivo abstrato daquilo que não tem certeza
E deixam de ser substituíveis não notáveis
Ao entender que o mundo não ver com clareza.

Procurando...
Sempre procurando...
Quando conseguimos achar...
Divulgamos em pensamentos...
Não deixamos ao relento...


Gusto

sexta-feira, 27 de abril de 2007

O Nosso Outro Lado

Não sei se devo te odiar,
Deixa-la e nunca mais voltar.
Não sei se devo chorar,
Por causa de gostar de te amar.
Não sei se devo ir embora,
Esquecer de tudo que passamos juntos,
Viver só, agora!!!

É difícil demais tentar fazer aquilo que não sou capaz.
É difícil ter raiva de você!!!
Eu te odeio e me queres mais e mais...
Não entendo bem o que tu me faz!!!...

Por que nós nos amamos?
Eu sou agressivo, você também é!!!
Não devemos nada ao nosso outro lado,
Eu sou seu homem, você é minha mulher.
Nossos opostos não se atraem,
Não tem nada de diferente!
Mas por diante seremos assim:
Eternamente amantes do destino inimigo.

A vida não é completa sem você comigo!
Mesmo com raiva e ainda assim sorrindo
Larga um beijo se despedindo
Eu te vejo ao amanhecer
Quero crescer junto contigo
Num caminho seguir para o infinito
Ser o seu amor e pra sempre grande amigo.
Sei que devo te amar
Ficar contigo, nunca te deixar
Não sei muito bem cantar
Aquelas músicas que você gosta de dançar.



Gusto e Tati

terça-feira, 27 de março de 2007

Beijo Doce


Vou lembrar do seu doce olhar,
Do seu rosto lindo, do seu andar.
Vou lembrar de você sorrindo,
Do seu beijo, da sua voz,e das suas palavras
Que me conquistou com uma simples frase.
Não poderia deixar de lembrar das nossas fantasias,
Dos nossos segredos mais íntimos,
Das nossas tardes de domingo.
Vou lembrar de você fugindo da escola! . . .
Só pra me ver!
Vou lembrar de quando larguei de jogar bola! . . .
Só pra te ver!
Vou lembrar de quando passamos juntos a sóis. . .
. . .O entardecer.
E sempre lembrarei com saudades
Das nossas músicas,
Dos nossos desejos que não conseguimos realizar,
E de nós.
Isso eu não poderia esquecer!



Gusto e Tati

O Espelho


A vida corre com a força do vento.
O vento é lento e percorre o litoral.
O litoral é surdo, mudo, e tenso.
E lá em cima cai a chuva que apagou o sol.
Há vezes que a morte é um alívio.
O silêncio castiga a vida temos.
O sol clareava o que restava da morada.
E a natureza á muito tempo é castigada.
A sombra esconde a pessoa magoada.
O temporal que passa leva o mal.
A lua é linda, mas fica fora do mundo.
O amor é cego, mas enxerga no escuro.
Eu vejo tudo pelo espelho
Você chega e me cumprimenta com um falso beijo.
Eu vejo tudo pelo espelho negro
Você é castigada e mesmo assim não admite seus erros!
Seus erros pra mim são imperdoáveis.
O mal é levado pra fora,
Mas alguém o trouxe de volta.
Acho que não é preciso dizer quem foi!
Você desaparece e é dada como morta.
Ninguém te contou, mas...
Na traição não existe o perdão.
O litoral é surdo, mudo e tenso.
O vento é forte e apaga a chama do meu coração.
Eu via tudo pelo espelho
Você o rabiscou e deixou a marca de um beijo.
Não vejo mais nada pelo espelho negro
Você o quebrou e se cortou,
Sangrou na minha frente demonstrando uma prova de amor.
Você chorou e me contou a verdade.
A verdade dói!
Você se machucou novamente.
Pediu-me perdão!
Não perdôo.
Mas alivio a sua dor,
Com a mesma demonstração de amor que você me fez.

O vento é forte,
O vento é calmo,
Cura nossos cortes.

Gusto

sábado, 17 de março de 2007

A Sombra


O sol começou a brilhar tão cedo hoje
Não percebi o dia passar,
E nem ao menos vi você chegar e ir embora.
Não me deixe aqui chorando!
Lembrando do que foi e o que não foi bom para nós.
Estou arrependido!
De que não sei ainda.
Acho que estou confuso,
Será que estamos sóis?

Por causa de tanto esperar por aquilo que não vem,
Um sentimento de culpa tende a me perturbar.
Antes fosse se isso pudesse me matar também,
E para um novo lugar me levar.

Você pode me ver,
Mas não pode me sentir.
Pode me fazer sumir,
Mas voltarei com a luz.
Sou a sombra,
A que sempre te segue
E te conduz.



Gusto e Tati

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Tarde


Tarde sempre!
Todo mês num fim de tarde
Durmo tarde, acordo tarde.
Tarde quente!

Tarde fria!
Num fim de tarde,
No fim do dia,
Um bom vinho suave alivia.

Tarde quente!
O fim de tarde trás olhos d’água ardente.
O que me faz de repente
Enxergar a dor que não se sente,
A dor do amor
Que se perde, que se ganha,
Que se entrega, que o coração apanha,
Que não tem mais volta,
Que se alegra!
Que se celebra!
Que se vai tão indiferente!

Tarde...
Tarde quente, fria,
Alivia, de repente...
Tarde que se vai mais tarde,
Tão indiferente.



Gusto e Tati